Não é que você não queira. Você quer, e muito. Mas senta pra fazer uma coisa e, quando vê, a cabeça já foi pra outra. Aí acumula prazo, esquece o que ia fazer, começa dez tarefas e não fecha nenhuma. No trabalho, já te trocaram de função mais de uma vez. Na escola ou na faculdade, você ficou pra trás. Não por ser incapaz, mas porque ficar sentado prestando atenção é quase sofrido pra você.
E o pior: sem um nome pra isso, sobra culpa. Você começa a achar que o problema é você, que é falta de força de vontade. Não é. A avaliação mostra como a sua atenção funciona de verdade, e é a partir daí que dá pra tratar do jeito certo.